– Dois poemas de Raphael Vilela. Uma fotografia de Letícia Scheidt – VIAGEM INTERNA Quanto mais do meu mundo me apodero Menos impulsos sigo , mais pondero Mais sentido em cada coisa vejo e sinto E o que eu chamava de ‘vossa’, hoje faço troça Até porque , se digo que não mudo, […]
– Dois poemas de Raphael Vilela. Uma fotografia de Letícia Scheidt –
VIAGEM INTERNA
Quanto mais do meu mundo me apodero Menos impulsos sigo , mais pondero Mais sentido em cada coisa vejo e sinto
REAÇÕES
Se o fardo é pesado , logo de manhã Me lembro que ainda tenho muitos amanhãs Tijolo por tijolo se levanta uma muralha De peito em peito a revolução se espalha Um trovão na noite o silêncio assassina Pela janela vejo vento e densa bruma O que ontem me assustava , hoje me ensina A semente só nasce porque a chuva se consuma Passei por muitas terras , muitos cenários … Jamais ouvi o mesmo canto dos mesmos canários Já assumi diversos papéis , assim aprendi Não usar mapas : meu peito diz pra onde ir
Raphael Vilela é estudante de Medicina na Unila, em Foz do Iguaçu, Pr. Letícia Scheidt sonha, escreve e pratica vida simples em Foz do Iguaçu, Pr.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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