Música do álbum A Tábua de Esmeralda, lançado em 1974 e eleito o sexto melhor disco brasileiro de todos os tempos pela revista Rolling Stone, ganha nova versão em projeto especial com apoio do Itaú Unibanco. Ouça, aqui. Cinquenta anos depois de compor “Os Alquimistas Estão Chegando”, Jorge Ben Jor retorna a Paris, cidade que […]
Jorge Ben Jor, em Paris – Fotos: divulgação
Cinquenta anos depois de compor “Os Alquimistas Estão Chegando”, Jorge Ben Jor retorna a Paris, cidade que serviu de inspiração para a criação da música, para gravar em um projeto especial patrocinado pelo Itaú Unibanco. A iniciativa inclui um conteúdo exclusivo e uma parceria com o Spotify para disponibilizar a nova versão da canção.
“Essa música nasceu de uma energia especial que senti naquele momento, inspirada por lugares e histórias que mexeram comigo. Agora, depois de 50 anos, é emocionante voltar a Paris para revivê-la com uma nova roupagem”, compartilha Jorge Ben Jor.
O projeto audiovisual foi produzido pela Africa Creative traz cenas do cantor na casa de Nicolas Flamel em Paris explorando sua trajetória criativa e mergulha na influência da obra de Jorge Ben Jor e no conceito dos “alquimistas da música”, destacando como artistas contemporâneos reinterpretam e reinventam a sonoridade brasileira. Para amplificar o lançamento da faixa, o Itaú firmou uma parceria com o Spotify, que disponibilizará a nova versão da canção em primeira mão.
“Nossa proposta é criar franquias de conteúdo com narrativas que realmente conectam o público com a música e a cultura brasileira. Este projeto reflete a essência do Itaú: uma marca moderna, inovadora e que acredita no poder da música para inspirar e transformar”, destaca Thaiza Akemi, superintendente de Comunicação e Conteúdo do Itaú Unibanco.
Nesta quinta-feira, 27 de março, estreou o vídeo com o making of completo. Os vídeos estão disponíveis nos canais digitais do Itaú, com a nova versão da canção, que também poderá ser ouvida no Spotify. Confira o conteúdo exclusivo no link.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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