. . O documentário “A flecha e a farda” inicia com a descoberta em 2012 de registros da formatura da primeira e única turma da Guarda Rural Indígena. Em 1970, oitenta indígenas marcharam, fardados, no pátio de uma delegacia, para a cúpula do regime militar. A Guarda Rural Indígena foi um grupo fundado e treinado […]
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O documentário “A flecha e a farda” inicia com a descoberta em 2012 de registros da formatura da primeira e única turma da Guarda Rural Indígena. Em 1970, oitenta indígenas marcharam, fardados, no pátio de uma delegacia, para a cúpula do regime militar. A Guarda Rural Indígena foi um grupo fundado e treinado pela ditadura militar brasileira.
. Em 2019, o filme busca compreender a narrativa por trás das filmagens encontradas no Museu do Índio. O encontro com os antigos integrantes do grupamento oferece a possibilidade de encaixar peças valiosas, a fim de construir um painel bem maior, eventualmente carregado de ambivalências. O longa tenta desvendar e compreender a narrativa dessas pessoas – seus corpos, suas histórias, suas memórias. Um olhar para os silêncios, aquilo que permanece e aquilo que se perde nesse violento período da história do Brasil. . O Especial Passado Presente conta com a participação de Maíra Pankararu e Cecília Adão em um debate sobre o tema “Amazônia ontem e hoje”. . Direção: Miguel Antunes Ramos | Ano: 2018 | Duração: 1h e 29min | Tema: Amazônia ontem e hoje.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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