– Unila debate agrotóxicos e vida camponesa no Paraguai – Nesta sexta, dia 12, a Unila recebe convidados paraguaios para debater o tema ““Agroquímicos y agricultura campesina en Paraguay”. A comunidade universitária, camponeses, produtores agrícolas, jornalistas, ativistas de Direitos Humanos da fronteira trinacional podem participar. O evento está marcado para começar às 19h, na […]
Nesta sexta, dia 12, a Unila recebe convidados paraguaios para debater o tema ““Agroquímicos y agricultura campesina en Paraguay”. A comunidade universitária, camponeses, produtores agrícolas, jornalistas, ativistas de Direitos Humanos da fronteira trinacional podem participar. O evento está marcado para começar às 19h, na sala C203 do Jardim Universitário (Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, 1000). São convidados do evento para debater, Mariana Ladaga, jornalista, e Teodoro Galeano, agricultor. Durante as atividades, serão expostas revelações sobre o uso dos agrotóxicos no Paraguai e na região fronteiriça, a contaminação dos solos, da água e dos alimentos e seus respectivos danos à saúde das populações. Agregada a este tem, se desenvolverá uma discussão sobre a experiência da produção camponesa sem agrotóxicos, com organização de base comunitária no departamento de Alto Paraná, no Paraguai. Serão abordados especialmente temas de desenvolvimento rural e seguridade alimentar, meio ambiente, saúde coletiva, alimentação saudável, agricultura campesina, agricultura familiar, comércio sustentável e direitos humanos. Os convidados Mariana Ladaga é jornalista, correspondente do diário ABC Color em Ciudad del Este. Fez vários cursos de capacitação, nacionais e internacionais, sobre coberturas em zonas de risco, segurança pessoal, jornalismo de investigação, entre outros. É autora de investigação jornalística sobre o mau uso dos agroquímicos no Paraguai e os danos decorrentes disso na saúde da população e no meio ambiente. Seu trabalho foi premiado e apoiado pelo Centro Internacional de Jornalistas (ICFJ) e pela rede Connectas. Teodoro Galeano é produtor camponês da comunidade de El Triunfo, do distrito de Minga Guazú, no Paraguai. Membro da Central de Produtores Hortigranjeiros de Alto Paraná, organização formada por mais de mil e quinhentos produtores de 18 distritos. Há 20 anos esta Central defende uma perspectiva de organização comunitária frente à expansão do agronégócio e realiza semanalmente a Feira de Produtores de Ciudad del Este.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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