– Primeiro edital de 2016 do Fundo Municipal de Cultura de Foz do Iguaçu, que prioriza música e artes cênicas, teve inscrições prorrogadas – – Texto e fotos: Áurea Cunha –Clique aqui e receba notícias no seu WhatsApp Em Foz do Iguaçu, quem não conseguiu se inscrever a tempo de concorrer no edital do […]
– Primeiro edital de 2016 do Fundo Municipal de Cultura de Foz do Iguaçu, que prioriza música e artes cênicas, teve inscrições prorrogadas –
– Texto e fotos: Áurea Cunha –
Em Foz do Iguaçu, quem não conseguiu se inscrever a tempo de concorrer no edital do Fundo Municipal de Cultura para realização de oficinas nas áreas de dança, música, teatro e atividades circenses, tem uma nova oportunidade. A Fundação Cultural prorrogou o prazo, que era o dia 18, e os interessados devem inscrever projetos até às 14 horas de 31 de março. Desta vez, só pessoas jurídicas, inscritas no CNPJ do Ministério da Fazenda, estarão aptas a concorrer. As inscrições devem ser feitas na sede da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, mediante a entrega de um projeto que contenha todas as informações relativas ao custo, desenvolvimento e objetivo da ideia. Em anexo, um portfólio demonstrando a atuação na cidade, além da cópia de documentos fiscais listados no corpo do edital. Não serão aceitas inscrições por correio ou por via eletrônica. Além disso, todo proponente deve ter inscrição prévia no Cadastro do Conselho Municipal de Políticas Culturais. Os recursos que custearão o edital são a sobra do repasse feito pela Prefeitura de Foz para o Fundo de Cultura, em 2015. Segundo a diretora da Fundação Cultural, Arinha Rocha, no ano passado a previsão era de que fossem repassados 400 mil reais. Mas, efetivamente, o Fundo recebeu R$ 250 mil reais. Desses, 150 mil reais foram destinados a 20 projetos classificados num primeiro edital, realizado ainda em dezembro daquele ano. Foram classificados 10 projetos de pessoas jurídicas e 10 projetos de pessoas físicas. Os da primeira categoria foram contemplados com 10 mil reais cada, e o da segunda categoria, com 5 mil. Assim, sobraram cem mil reais para um segundo edital, ainda com a dotação do ano de 2015. Mudanças – Desta vez, no entanto, apenas cinco projetos serão selecionados. Cada um receberá de R$ 20 mil para desenvolver as oficinas nas áreas específicas de música, dança, teatro e atividades circenses. Os trabalhos deverão ser desenvolvidos entre os meses de maio e novembro do corrente ano. Apesar do edital não pré-estabelecer a carga horária mínima das oficinas, a diretora da Fundação Cultural explica que um dos dez itens listados para avaliação é a quantidade de horas/aulas oferecida pelo projeto inscrito. Arinha Rocha também explicou que as modalidades artísticas foram restringidas por conta dos recursos disponíveis para o edital de inscrições abertas. “Foram priorizadas áreas onde as oficinas não requerem grandes investimentos em equipamentos para serem realizadas, já que os recursos são pequenos, a sobra da dotação feita o ano passado”, disse. Outra mudança foi a restrição de participação. Somente pessoas jurídicas, devidamente formalizadas no Município, poderão participar. A diretora explica que isso também pode ser encarado como um incentivo para mais produtores culturais da cidade formalizem suas atividades e garantam também maior seguridade social. História recente – O edital de estreia do Fundo Municipal, em dezembro de 2015, recebeu a inscrição de 47 projetos. Julgados por uma comissão composta também com membros do Conselho e da Prefeitura, vinte foram selecionados conforme as exigências do concurso. Tendo objetivos e focos múltiplos, da fotografia à poesia, passando por editoração de livros e apresentações musicais e cênicas, os projetos também garantem contrapartidas (oficinas, apresentações, etc) num contrato de reciprocidade para se beneficiar do Fundo e viabilizar aquele que é o seu conteúdo principal. Todos eles estão em vigência e tem até o final de junho de 2016 para serem concluídos.
Noel: “Fazia 25 anos que eu não me apresentava, estou feliz pela lembrança do público”. (Áurea Cunha)
Áurea Cunha, jornalista em Foz do Iguaçu. Especial para o portal Guatá.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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