Engenharia, materiais, energia, saúde, meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Já imaginou reunir tudo isso em um evento que conecta pessoas de três países diferentes? Entre os dias 25 e 28 de agosto, o Congresso de Engenharias e Ciências Aplicadas das Três Fronteiras (MEC3F) movimenta os corredores da UNILA, na unidade do Itaipu Parquetec, reunindo estudantes, […]
Engenharia, materiais, energia, saúde, meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Já imaginou reunir tudo isso em um evento que conecta pessoas de três países diferentes?
Entre os dias 25 e 28 de agosto, o Congresso de Engenharias e Ciências Aplicadas das Três Fronteiras (MEC3F) movimenta os corredores da UNILA, na unidade do Itaipu Parquetec, reunindo estudantes, docentes e pesquisadores do Brasil, do Paraguai e da Argentina.
O 6º Congresso de Engenharias e Ciências Aplicadas das Três Fronteiras ocorre de 25 a 28 de agosto, em formato presencial, no Itaipu Parquetec. – Fotos: Judeley Cesaire – SECOM/UNILA
Em sua 6ª edição, o Congresso MEC3F, evento gratuito, tem como principal objetivo incentivar não apenas a produção científica, mas também a cooperação em ciência, tecnologia e inovação entre os três países. A programação conta com palestras, oficinas, exposições e momentos de interação entre os participantes.
Ao longo de suas cinco edições anteriores, o congresso consolidou-se como um espaço estratégico de diálogo e articulação, promovendo o surgimento de parcerias e projetos cooperativos de pesquisa e desenvolvimento trilateral.
As temáticas do 6º MEC3F são:
Realização e instituições envolvidas:
UNILA; Instituto de Biología Subtropical (UNAM); IFPR – Campus Foz do Iguaçu; IFPR – São Paulo; Universidade Nacional de Misiones; Faculdad de Ciencias Exactas y Naturales(FACEN) – Universidad Nacional de Asunción; Instituto de Tecnologia Aplicada e Inovação (ITAI)
O evento conta com o patrocínio do Programa de Apoio a Eventos no País (PAEP)/CAPES e apoio de programaas de Pós-Graduação da UNILA (PPGBC; PPGBN; PPGECI; PPGFISA; PPGIES)
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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