A edição nº 168, de março, do jornal Cândido, “Vivalice”, traz em destaque uma entrevista exclusiva com a escritora paranaense Alice Ruiz, que completou 80 anos em janeiro. Conhecida por suas poesias e letras de música, em colaboração com diversos artistas da MPB, a autora recebeu a equipe do jornal em sua casa para contar […]
A edição nº 168, de março, do jornal Cândido, “Vivalice”, traz em destaque uma entrevista exclusiva com a escritora paranaense Alice Ruiz, que completou 80 anos em janeiro. Conhecida por suas poesias e letras de música, em colaboração com diversos artistas da MPB, a autora recebeu a equipe do jornal em sua casa para contar sobre sua trajetória, processo de escrita e relação com diversos formatos de literatura. Como complemento do conteúdo especial, a retranca traz uma seleção de livros e discos de Alice, em uma “linha do tempo”.
A reportagem de Nayara Almeida mostra o papel de sebos e livrarias para circulação de livros e a cena cultural de Curitiba. O jornal também publica o último texto de Wilson Bueno, que faria 77 anos este mês, “Para sempre”, e estava indisponível para leitura desde o fim da Revista Ideias, onde o texto foi publicado originalmente em 2010, ano em que o escritor faleceu.
A edição também comemora o Mês das Mulheres, publica o último texto de Wilson Bueno e outros conteúdos inéditos – Imagem: capa
Na seção literatura, Paula Nishizima traz a tradução do poema “Sea Song”, da escritora modernista neozelandesa Katherine Mansfield. Thaís Campolina assina uma seleção de poemas inéditos. A coluna “Orelhas marcadas”, de Carlitos Marinho, conversa com o “leitor do futuro” sobre os desafios da era digital e traz os grifos favoritos dos leitores do jornal.
Para fechar a edição, o Cândido publica o ensaio fotográfico de Luiza Yasumoto “Nenhuma Vida a Menos”, que retrata a luta dos moradores contra a repressão policial no bairro Parolin, em Curitiba. A arte da capa é inspirada em “Navalhanaliga”, primeiro livro de Alice Ruiz, lançado em 1984, com fotografia de Kraw Penas e intervenção gráfica de Iuri de Sá.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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