O filme “Abre Alas”, da diretora Ursula Rösele, chega ao Cinelatino, integrando a programação do mês da mulher. A exibição acontece no dia 17 de março, às 19 horas, no Cine Cataratas (ingressos a R$ 15,00), em Foz do Iguaçu, é fruto da parceria entre o Cineclube Cinelatino, o espaço Cine Cataratas, a distribuidora Embaúba […]
O filme “Abre Alas”, da diretora Ursula Rösele, chega ao Cinelatino, integrando a programação do mês da mulher. A exibição acontece no dia 17 de março, às 19 horas, no Cine Cataratas (ingressos a R$ 15,00), em Foz do Iguaçu, é fruto da parceria entre o Cineclube Cinelatino, o espaço Cine Cataratas, a distribuidora Embaúba Filmes e o Sudacas Bar, e encerra a programação da mostra 8M: Mulheres, Mujeres, Kunas, realizada pela produtora Ñandutí Cine em conjunto com o Sesucine — cineclube do sindicato de docentes da Unila, Sesunila —, que têm como objetivo promover a reflexão acerca das lutas e resistências das mulheres trabalhadoras latino-americanas ao longo da história.
No documentário, sete mulheres entre 53 e 85 anos se reúnem para compartilhar suas histórias de vida, revelando memórias, dores e superações em um espaço de escuta e acolhimento. O filme é uma jornada sensível que transforma o ato de fala em gesto e o trauma em arte, mostrando que, mesmo diante das adversidades, é possível encontrar caminhos.
Após a exibição, haverá um debate no Sudacas Bar, contando com a presença da historiadora Sonia Rios, da ativista e pesquisadora Akal Arruda, e da montadora, editora de som e professora Virginia Flores. A programação conta ainda com a performance “Armadas”, realizada pelo coletivo Poéticas do ENTRE.
A classificação indicativa é de 12 anos e os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema ou através do site do Cine Cataratas: https://www.cinecataratas.com.br/. A receita da venda de ingressos é destinada integralmente ao cinema e às distribuidoras. O Cineclube Cinelatino é um projeto de extensão da UNILA sem fins lucrativos.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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