A iniciativa acontece no campus de Toledo e apresentará trabalhos realizados em 5 campi da Unioeste. O I Circuito de Teatro Universitário da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) acontece entre os dias 25 e 27 de novembro. O evento, que reúne mais de 50 artistas de cinco cidades da região Oeste, terá como […]
Criado para dar visibilidade às produções teatrais feitas em todos os campi da Universidade Estadual: Toledo, Cascavel, Marechal Cândido Rondon, Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão, o I Circuito Universitário de Teatro da Unioeste pretende promover a circulação das ações artísticas e a interação entra a comunidade acadêmica e a comunidade externa à Unioeste. O evento também objetiva ampliar a formação teatral, com oficinas que ocorrerão paralelas às apresentações.
Sábado – 25 de novembro
Abertura – a partir das 20h : Ópera dos três vinténs – de Bertold Brecht / Kurt Weil Grupo Digressão Cênica (Cascavel). Direção: Maia Piva. Participação especial: Orquestra Sinfônica de Cascavel – Maestra Giordana Galvam Lube
Domingo – 26 de novembro
Horário: 20h “Maria Farrar ou O poema do medo” – de Bertolt Brecht Grupo TEU – Teatro Escola Unioeste (Campus de Toledo) Coordenadora: Ester Maria Dreher Heuser. Adaptação e direção: Everton Teles.
Vídeo sobre o Grupo UNICIA – Teatro Universitário (Foz do Iguaçu) Coordenador: Sérgio Winkert.
Segunda – 27 de novembro
Horário: 20h. Vídeo sobre o Grupo Musicena* – (Francisco Beltrão) Coordenador: Beto Eyng.
“O homem e seu início”, de Millôr Fernandes – (Marechal Cândido Rondon) Coord: Rodrigo Ribeiro Paziani / Direção: Paulo Alexandre.
Sábado (25) – Oficina ‘O corpo (en)cena” Professores Junior Cunha e Erick Amaral Horário: das 10h30 às 11h30;
Sábado (25) – Oficina teórico prática ‘O teatro de Bertolt Brecht’ Professora Maia Piva Horário: das 13h30 às 16h30
Segunda-feira (27) – Oficina Introdução ao Clown Professor Everton Teles Horário: das 9h às 10h30
Segunda-feira (27) – Oficina Teatro para crianças Professor Paulo Alexandre Horário: das 15h às 16h30
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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