O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) abriu nesta semana a visitação da exposição Arte para a Liberdade, que reúne obras produzidas por mulheres privadas de liberdade da Penitenciária Feminina de Foz do Iguaçu (PFF-UP). Mostra no CRAM reúne produções artísticas feitas por internas da Penitenciária Feminina e convida a comunidade à reflexão; visitação […]
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) abriu nesta semana a visitação da exposição Arte para a Liberdade, que reúne obras produzidas por mulheres privadas de liberdade da Penitenciária Feminina de Foz do Iguaçu (PFF-UP). Mostra no CRAM reúne produções artísticas feitas por internas da Penitenciária Feminina e convida a comunidade à reflexão; visitação fica aberta até 31 de março.
As peças expostas apresentam diferentes manifestações artísticas desenvolvidas pelas internas e propõem ao público um olhar sobre a arte como forma de expressão e reconstrução pessoal. As obras convidam os visitantes a refletirem sobre o papel transformador da arte e sobre iniciativas que promovam dignidade, expressão e possibilidades de recomeço.
“A arte tem o poder de dar voz ao que muitas vezes foi silenciado”, enfatiza o CRAM. “Ela transforma dor em expressão, memória em resistência e histórias em caminhos de liberdade.”
A exposição é gratuita e aberta à comunidade. A visitação pode ser feita até 31 de março, na sede do CRAM, localizada na Rua Padre Bernardo Plate, n.º 1250, na região do Polo Centro.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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