No dia 22 de maio, o Programa de Pós-Graduação em História realiza uma oficina online de língua e cultura iorubá, com a professora Priscila Marques Campos, da Unifesp. O Programa de Pós-Graduação em História promove, no dia 22 de maio, às 14h, uma oficina de língua e cultura iorubá, que será ministrada pela professora Priscila […]
Priscila Marques Campos, professora da Unifesp – Foto: reprodução / instagram
Os iorubás são um grupo étnico-linguístico originário da região sudoeste da atual Nigéria, com presença também no Benim e em Togo. Possuem uma rica tradição cultural, religiosa e artística, destacando-se pelo sistema de reinos, como o de Ifé e o de Oió, e por sua mitologia complexa, centrada no culto aos orixás. A diáspora africana levou elementos da cultura iorubá para as Américas, onde contribuíram para a formação de religiões de matriz africana, como o candomblé.
Priscila Marques Campos é mestra em História Social de África pela Unifesp, bacharela e licenciada em História pela UFRJ e integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Antirracista, da UFRJ, e o Núcleo de Estudos em História da África Contemporânea, da Unifesp.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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