Movimento cultural latino-americano inicia série de lives nesta quinta (21) e sexta (22). Na live de estreia destaque para a participação de Diana Araujo Pereira, escritora e docente da Unila, em Foz do Iguaçu. Nesta semana, o movimento Fronteras Culturales inicia a série de lives Diálogos Transculturales, com temas fronteiriços e atrações poético-musicais. A princípio, […]
Nesta semana, o movimento Fronteras Culturales inicia a série de lives Diálogos Transculturales, com temas fronteiriços e atrações poético-musicais. A princípio, estão programadas duas transmissões semanais, sempre às quintas e sextas-feiras, às 22h (Horário de Brasília, Montevidéu e Buenos Aires). As pessoas interessadas poderão participar acessando a página do movimento no Facebook (facebook.com/fronterasculturales/) ou assistir posteriormente no canal do Fronteras Cuturales no YouTube.
Devido à pandemia de Covid-19, o movimento também está promovendo uma campanha de solidariedade aos artistas e aos colaboradores do movimento que passam por um momento difícil para manterem seus empregos/trabalho e renda.
Trata-se de uma série de cursos e oficinas online, com os mais diferentes temas, a preços acessíveis. Para maiores informações sobre essas atividades, acesse www.facebook.com/groups/fronterassolidarias/.
Dia 21 (quinta-feira): LIVE DE LANÇAMENTO
Dia 22 (quinta-feira): LIVE POÉTICO-MUSICAL Participam: Eliakin Rufino, músico, compositor e poeta de Boa Vista ( Amazônia, Roraima, Brasil) e Ernesto Díaz, músico, compositor de Artigas/Montevidéu (Uruguai), com a mediação de Euterpe, cantora de Boa Vista (Amazônia, Roraima, Brasil) e Richard Serraria, músico, poeta e compositor (Pampa, Porto Alegre, Brasil).
O movimento Fronteras Culturales nasceu em 2010 na fronteira do Brasil com o Uruguai e hoje já conta com núcleos em diversas regiões de fronteira do Brasil com os demais países da América do Sul. O objetivo dessa programação também é o de formar corredores de integração cultural para além das fronteiras nacionais.
POR FRONTERAS CULTURALES
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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