. . Um cavaleiro e um cachorro viajam para a paisagem. Conseguiram que esse morro não lhes barrasse a passagem. Conseguiram um riacho com seus goles, com sua margem. Conseguiram boa sede. Constataram: cai a tarde. . Sobre a tarde, cai a noite, sobre a noite a madrugada. Imagino o cavaleiro esta orvalhada e estrelada. […]
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. Um cavaleiro e um cachorro viajam para a paisagem. Conseguiram que esse morro
Sobre a tarde, cai a noite, sobre a noite a madrugada. Imagino o cavaleiro esta orvalhada e estrelada. O pensar do cavaleiro talvez o amar, ou nem nada. Imagino o cachorrinho imaginário na estrada. Caía a tarde. .
Para a tarde o cavaleiro ia, conforme avistado. Após, também o cachorro. Todos — iam, de bom grado, à tarde do cavaleiro do cachorro, do outro lado — que na tarde se perderam, no morro, no ar, no contado. Caiu a tarde.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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