Produzido pelo Projeto de Extensão Memória do Sarambi – Unila, em conjunto com o Cimi Regional Sul e a Comissão Guarani da Verdade. Este documentário conta o caso de Simão Tupã Retã Vilialva. A família Vilialva morava no tekoha Ocoy/Jacutinga, no Oeste do Paraná, no final da década de 70. Convidada a ir para uma […]
Este documentário conta o caso de Simão Tupã Retã Vilialva. A família Vilialva morava no tekoha Ocoy/Jacutinga, no Oeste do Paraná, no final da década de 70. Convidada a ir para uma festa do “Dia do Índio” na TI Rio das Cobras, no município de Laranjeiras do Sul (PR), a família foi levada por então servidores da Funai, com a promessa de traze-los de volta depois do evento. Fato que nunca ocorreu.
Simão Vilialva então tomou a iniciativa de retornar àquele tekoha, a pé. Quando chegou finalmente na região onde estaria localizada sua aldeia, a área já estava alagada pelo o que viria a ser o reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
O documentário, segundo os seus produtores, tem o objetivo de dar visibilidade a mais esse crime de remoção forçada no período da ditadura militar, cometido contra os Avá-Guarani e contribuir para que haja uma justa reparação.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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