– Os Guarani e kaiowa de Caarapó, no Mato Grosso do Sul, enfrentam a violência do capitalismo e pedem solidariedade e justiça. Leia o dossiê produzido pelo Conselho Indigenista Missionário – CIMI – O brutal ataque de fazendeiros contra os Guarani e Kaiowa de Caarapó – que resultou na morte de Clodiodi de Souza e […]
– Os Guarani e kaiowa de Caarapó, no Mato Grosso do Sul, enfrentam a violência do capitalismo e pedem solidariedade e justiça. Leia o dossiê produzido pelo Conselho Indigenista Missionário – CIMI –
O brutal ataque de fazendeiros contra os Guarani e Kaiowa de Caarapó – que resultou na morte de Clodiodi de Souza e feriu gravemente outros cinco pessoas – não levou, até o momento, nenhum dos autores do crime à prisão. No entanto, lideranças foram indiciadas criminalmente e poderão ser presas – é o que afirma uma carta assinada por mais de 700 indígenas, lançada nesta segunda, 4. Rezadoras e rezadores Kaiowa e Guarani realizam ritual para abençoar carta ao governo exigindo justiça contra os fazendeiros e demarcação de suas terras, durante Conselho do Aty Guasu, em Caarapó (MS). O documento de cinco páginas foi escrito durante encontro do Conselho do Aty Guasu, realizado nos dias 1 e 2 de julho, no tekoha Ñamoi Guaviray, em uma das áreas da Terra Indígena Dourados-Amambaipeguá I retomadas pelos indígenas após a morte de Clodiodi. Leia aqui o dossiê Caarapó
Foto: Ruy Sposati/Cimi – Texto transcrito do site do Cimi
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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