. Nesta quinta-feira (27), a partir das 19 horas, a Unila realiza a segunda edição do “Ciclo de Concertos e Encontros Musicais na Tríplice Fronteira”. Desta vez, o convidado do projeto é o músico argentino Sebastián Pereyra, violonista com ampla participação no movimento musical da fronteira. O concerto didático “Gualambao, Mboyere Musical na Tríplice Fronteira”, […]
. Nesta quinta-feira (27), a partir das 19 horas, a Unila realiza a segunda edição do “Ciclo de Concertos e Encontros Musicais na Tríplice Fronteira”. Desta vez, o convidado do projeto é o músico argentino Sebastián Pereyra, violonista com ampla participação no movimento musical da fronteira. O concerto didático “Gualambao, Mboyere Musical na Tríplice Fronteira”, que contará com a participação especial de Damian Dominguez, será realizado no campus Jardim Universitário da Unila, com entrada gratuita.
. O instrumentista e produtor cultural Sebastián Pereyra estudou na Unila, onde aprimorou seus conhecimentos musicais. Durante sua graduação no curso da instituição, Pereyra estudou o “gualambao”, um ritmo originado na região da fronteira trinacional. Uma criação dos anos 50 do século passado, atribuída ao compositor Ramón Ayala, que viveu em Misiones.
O gualambao, diz Sebastian Pereyra em trabalho acadêmico, “nasce como uma expressão para representar a região das Três Fronteiras, com a ideia de abraçar em uma só forma musical a totalidade da paisagem que existe na região”.
. O Ciclo de Concertos tem a organização da professora Analía Chernavsky e conta com a participação de integrante dos projetos Seminário de Apreciação Musical e História da Música na América Latina e do Curso Preparatório de Canto. Ela explica que as atividades buscam oferecer um conjunto de informações e performances que possam ampliar a visão sobre o instrumento tradicional da música paraguaia. “Atividades assim ajudam a ampliar e sedimentar um público que procura conhecer mais da cultura musical latino-americana”.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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