A tradicional Feirinha da JK, ponto de encontro clássico dos domingos iguaçuenses, prepara uma celebração especial para este fim de semana. Nos dias 4 e 5 de abril, o espaço se transforma para a Edição de Páscoa, reforçando o seu papel como um reduto de convivência comunitária e tradição familiar. O destaque fica para a […]
A tradicional Feirinha da JK, ponto de encontro clássico dos domingos iguaçuenses, prepara uma celebração especial para este fim de semana. Nos dias 4 e 5 de abril, o espaço se transforma para a Edição de Páscoa, reforçando o seu papel como um reduto de convivência comunitária e tradição familiar. O destaque fica para a abertura no sábado (4), a partir das 19h, marcando mais uma edição noturna do evento para aproveitar o clima da fronteira.
Ir à feira na JK é um hábito que atravessa gerações em Foz do Iguaçu, e nesta edição temática, a experiência ganha tons lúdicos. Na noite de sábado, o Coelhinho da Páscoa fará a recepção das famílias com distribuição de chocolates, enquanto a banda de rock 3º do Plural embala o público. Já no domingo (5), as atividades retornam ao horário habitual, começando às 9h, com show focado no público infantil comandado por Anne Sophie.
Programação especial de Páscoa busca valorizar o convívio comunitário e incentivar o comércio dos pequenos produtores locais.
A força da Feirinha da JK reside na sua diversidade. As barracas de artesanato local dividem espaço com as de gastronomia, que oferecem desde os tradicionais pastéis e garapa até pratos típicos que refletem a multiculturalidade da região. O evento é uma oportunidade para fortalecer os pequenos produtores e artesãos locais, ao mesmo tempo em que oferece uma opção de lazer acessível e segura para pais e filhos.
Esta é a segunda vez em menos de um mês que a feira aposta no formato noturno, repetindo o sucesso alcançado durante as homenagens ao Mês da Mulher. A estratégia visa ampliar a programação cultural da cidade, transformando o centro de Foz em um ambiente vibrante de troca e lazer noturno.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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