Evento promovido pelo Instituto de Estudos Avançados com transmissão online terá participação de pesquisador australiano que estudou o papel dos índios guaranis na resistência ao desmatamento da Mata Atlântica . . O tema da relação das populações nativas com a Mata Atlântica será abordado no evento Mata Atlântica: Desmatamento e Resistência Guarani, que será realizado no […]
. O tema da relação das populações nativas com a Mata Atlântica será abordado no evento Mata Atlântica: Desmatamento e Resistência Guarani, que será realizado no dia 9 de fevereiro, às 14 horas, com transmissão on-line pela internet neste link. A participação é aberta ao público e gratuita, sem necessidade de inscrição.
. Promovido pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento, do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, o evento terá participação de Freg J. Stokes, pesquisador australiano, que apresentará os resultados da tese de doutorado defendida na School of Historical and Philosophical Studies, University of Melbourne, The Hummingbird’s Atlas: Mapping Guaraní Resistance in the Atlantic Rainforest during the Emergence of Capitalism (1500–1768). O estudo discute o papel dos índios guaranis na resistência ao desmatamento da Mata Atlântica e a relação que eles tiveram, voluntária e involuntariamente na exploração das commodities da região, culminando na exploração do ouro e na contribuição das riquezas na formação do capitalismo emergente no mundo.
. Outro participante é o fotógrafo Eduardo Ekman Simões, que irá apresentar os primeiros resultados de seu trabalho fotográfico sobre a Mata Atlântica com inspiração na cosmogonia Guarani. .
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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