Mia Couto, referência da literatura contemporânea, debate o tema “Uma língua, vários mundos”, na Unioeste Sensível, inventivo, “escritor da terra” como costuma definir-se, Mia Couto é um dos nomes mais respeitados da literatura atual. Ele participará da mesa com o tema “Uma língua, vários mundos”, nesta sexta-feira, 13, às 19h30, no auditório da Unioeste/Foz. O […]
Sensível, inventivo, “escritor da terra” como costuma definir-se, Mia Couto é um dos nomes mais respeitados da literatura atual. Ele participará da mesa com o tema “Uma língua, vários mundos”, nesta sexta-feira, 13, às 19h30, no auditório da Unioeste/Foz. O evento terá entrada aberta e gratuita para a comunidade.O debate será mediado pela professora doutora Luciana Vedovato e integra a programação do 2º Festival Literário de Foz do Iguaçu e Primavera Universitária. A atividade é organizada pela Unioeste/Foz, Fundação Cultural e outras instituições locais.Autor de poesia, crônica, conto e romance, Mia Couto é o único escritor africano membro da Academia Brasileira de Letras, como sócio correspondente, eleito em 1998. Autor moçambicano mais traduzido no exterior, conforme sua biografia oficial, possui trabalhos publicados em mais de 20 países. Muitas de suas obras têm adaptações para o teatro e cinema.Mesa de debate com Mia Couto Data: 13 de setembro (sexta-feira) Horário: 19h30 Local: Auditório Alcebíades Luiz Orlando – Unioeste/Foz
________________________Guatá /Paulo Bogler
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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