“Começaremos a contar desde 1918”. É assim que Júlio Pasa inicia artigo publicado no jornal de Foz do Iguaçu – Notícia, em 1955, no qual descreve o desenvolvimento da imprensa na fronteira — “em nossa Terra”, nos termos do autor. A publicação de 1918, aponta, é o Alto Paraná, órgão fundado por Moisés Bertoni. Foi […]
“Começaremos a contar desde 1918”. É assim que Júlio Pasa inicia artigo publicado no jornal de Foz do Iguaçu – Notícia, em 1955, no qual descreve o desenvolvimento da imprensa na fronteira — “em nossa Terra”, nos termos do autor.
A publicação de 1918, aponta, é o Alto Paraná, órgão fundado por Moisés Bertoni. Foi laborado na margem paraguaia, pouco abaixo da confluência dos rios Iguaçu e Paraná, em edições bilíngues.
Adiante, em 1934, exemplares datilografados e copiados a carbono faziam circular O Veneno, folhetim crítico e bem-humorado, escreve Pasa. Mimeografado, o semanário A Voz do Iguaçú roda entre fins da década de 1940 e início dos anos cinquenta, período próximo ao surgimento de A Notícia.
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História e Memória
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É história? É memória? Está no Museu da Imprensa.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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