Armarinhos, secos e molhados: o comércio. Primeiro hotel e posto de gasolina; Cine Star, telona, cultura e convivência. A Avenida Brasil de Foz do Iguaçu foi o espaço de pioneirismo em muitas frentes, até mesmo na comunicação, conforme a jornalista Elaine Rodinski Mota, em texto para a revista Cabeza, disponível no Museu da Imprensa. O […]
Armarinhos, secos e molhados: o comércio. Primeiro hotel e posto de gasolina; Cine Star, telona, cultura e convivência. A Avenida Brasil de Foz do Iguaçu foi o espaço de pioneirismo em muitas frentes, até mesmo na comunicação, conforme a jornalista Elaine Rodinski Mota, em texto para a revista Cabeza, disponível no Museu da Imprensa.
O primeiro meio de comunicação da cidade foi instalado na via histórica, relata a autora, um sistema de som que funcionava no “Balança”. Elaine Rodinski reproduz entrevista com o pioneiro Irineu Basso, em que ele explica a estrutura: “Era uma torre de madeira, de 15, 20 metros de altura, com alto-falantes e o locutor na rua falando com microfone”. Na locução, Alexandre Lemanski, Augusto Araujo e Bruno Fischt, diariamente e pontualmente às 18h.
História a um clique: https://museudaimprensafoz.com.br/periodico/revista-da-aculfi-edicao-12/
História e Memória
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É história? É memória? Está no Museu da Imprensa.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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