No Sesc Foz, segue aberta ao público até o dia 27 de maio, das 8 às 22 horas, a exposição “Águas passadas, presente e futuro, de Michele Martines. A mostra se configura como um espaço de elaboração de memórias e um alerta poético sobre a urgência climática. O acesso à exposição é gratuito. A sede […]
No Sesc Foz, segue aberta ao público até o dia 27 de maio, das 8 às 22 horas, a exposição “Águas passadas, presente e futuro, de Michele Martines. A mostra se configura como um espaço de elaboração de memórias e um alerta poético sobre a urgência climática. O acesso à exposição é gratuito. A sede do Sesc Foz está localizada na Vila A, à Avenida Tancredo Neves, 222, e funciona de segunda à sábado.
Águas passadas, presente e futuro investiga poeticamente a relação entre memória, território e as forças da natureza, com foco na água como agente de transformação – das enchentes que marcam traumas urbanos à potência vital de cascatas e rios.
A artista Michele Martines utiliza a fotografia, a pintura e o vídeo em composições que dialogam com o pensamento de Milton Santos e a metodologia de montagem a partir de Didi-Huberman e Aby Warburg. As obras criam um jogo entre documento e ficção, convidando o público a refletir sobre paisagens em disputa e a resiliência das comunidades.
Michele Martines é artista visual e doutoranda em Artes Visuais (PPGART/UFSM). Sua pesquisa investiga a paisagem urbana em transformação diante das mudanças climáticas, produzindo obras em pintura, fotografia, instalação e vídeo. Seu trabalho já integrou exposições nacionais e internacionais.
Em 2025 recebeu o Prêmio Destaque no Salão Fundarte de Arte 10×10, participou da residência artística Imersão na Mata (Sítio Libélula, RS) e realizou o minidocumentário poético “Habitar”, financiado pela LPG. No ano anterior, realizou a individual “Perspectivas para além da visão” no Recipiente Porongo (RJ), sendo artista destaque da revista Arte Contexto. Sua trajetória inclui prêmios como Funarte Descentrarte (2020), Prêmio DasArtes (2015), Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea (2012) e Salão Jovem Artista RBS (2008), além de residências no México e na França.
Possui obras em acervos do MACRS, MARGS, SESC e Itamaraty/MRE.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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