“A Secretaria da Indústria e do Comércio deu início às Feiras Livres, começando pela Avenida Brasil, entre o Bamerindus e as Casas Pernambucanas”. Quem se guiar por essa chamada certamente não vai chegar a produtos coloniais e artesanais típicos das feirinhas de #fozdoiguaçu. Nem vai encontrar o banco do Zé do Chapéu. Porém, em janeiro […]
“A Secretaria da Indústria e do Comércio deu início às Feiras Livres, começando pela Avenida Brasil, entre o Bamerindus e as Casas Pernambucanas”. Quem se guiar por essa chamada certamente não vai chegar a produtos coloniais e artesanais típicos das feirinhas de #fozdoiguaçu. Nem vai encontrar o banco do Zé do Chapéu.
Porém, em janeiro de 1998, como anunciou o Jornal dos Bairros, esse era o endereço de uma das feiras livres, que abriam em três locais diferentes. Na época, cada feirante podia vender um tipo de produto, contemplando hortifrúti, peixes, artesanato, floricultura e gêneros alimentícios caseiros.
A feira era instalada na Vila A, na Vila Yolanda e no centro, na Avenida Brasil. (Imagem em destaque)
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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