O Informativo Unicon reportou o parto na unidade recém-inaugurada, na época da construção da usina; acesse no Museu da Imprensa. A primeira criança nascida no recém-inaugurado Hospital de Itaipu foi uma menina, filha de Vilma Mariano Martins e Euzébio Martins, residentes no Conjunto Habitacional “C”, a Vila C. O nascimento ocorreu em 5 de julho […]
O Informativo Unicon reportou o parto na unidade recém-inaugurada, na época da construção da usina; acesse no Museu da Imprensa.
A primeira criança nascida no recém-inaugurado Hospital de Itaipu foi uma menina, filha de Vilma Mariano Martins e Euzébio Martins, residentes no Conjunto Habitacional “C”, a Vila C. O nascimento ocorreu em 5 de julho de 1979, reportou o Informativo Unicon.
O conteúdo está disponível para acesso gratuito no Museu da Imprensa de Foz do Iguaçu. O acervo reúne quase 20 mil páginas digitalizadas, de 21 periódicos, que registram seis décadas de memória, personagens e vida da cidade. A primeira edição é de 1953.
A família de Vilma e Euzébio no registro sobre o primeiro nascimento no novo hospital – foto: Informativo Unicon/reprodução
Quinta filha do casal, então junto havia sete anos, a menina recebeu o nome de Rosângela Aparecida e veio ao mundo de parto normal. As três primeiras crianças nasceram em casa, assistidas por parteira, enquanto as duas últimas foram atendidas em ambiente hospitalar, narrou a publicação institucional.
A mãe relatou ter sentido maior segurança com o parto hospitalar. “O atendimento num hospital é muito mais seguro e mais ainda neste novo hospital. Agora, passo a dieta tranquilamente”, reproduziu o jornal.
A penúltima filha, contou Vilma, nasceu no então Hospital Madeirinha, que atendia empregados da obra da Itaipu Binacional antes da conclusão do novo hospital.
O pai, Euzébio, era pedreiro e tinha dois anos e meio de trabalho no canteiro de obras da usina, como funcionário da Unicon.
Acesse o conteúdo original e na íntegra.
Acervo digital de jornais, revistas e publicações impressas de Foz do Iguaçu, com acesso público e gratuito. Reúne documentos que testemunham a trajetória do município e de sua gente, em imbricação com as Três Fronteiras — Argentina, Brasil e Paraguai.
A coleção inicial reúne quase 20 mil páginas, cobrindo um período histórico de seis décadas, a partir de 1953. O conteúdo é resultado do esforço coletivo de resgate, preservação e valorização desse patrimônio. O projeto é uma iniciativa da Associação Guatá, com apoio da Itaipu Binacional.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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