. O Hemonúcleo de Foz do Iguaçu adotou uma nova rotina com os doadores de sangue. Agora, quem chega ao local recebe uma pulseira de identificação com as seguintes informações: “O Hemonúcleo informa: acabei de salvar vidas doando sangue. Em caso de mal-estar, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu): 192”. A […]
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O Hemonúcleo de Foz do Iguaçu adotou uma nova rotina com os doadores de sangue. Agora, quem chega ao local recebe uma pulseira de identificação com as seguintes informações: “O Hemonúcleo informa: acabei de salvar vidas doando sangue. Em caso de mal-estar, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu): 192”. A ação visa garantir a segurança do doador mesmo quando sair do banco de sangue, no caminho até em casa.
Segundo o gerente do Hemonúcleo, Félix Laber, por mais que pequena a possibilidade, pode acontecer de algumas pessoas, após deixarem o local, tenham mal-estar na rua, e quem o ajuda, nem sabe qual a melhor forma de oferecer socorro. “Então optamos por essa identificação, o SAMU é quem pode socorrer nestes casos”, explicou.
Vale lembrar que, após a doação, o paciente aguarda no Hemonúcleo cerca de 15 minutos, ou até se sentir bem, tempo ideal para se hidratar e comer. As pulseiras têm sido entregues desde o dia 2 de abril, e já tem sido bem-aceitas. “No final da triagem explicamos ao doador a proposta e, prontamente, todos já esticam o braço. É um cuidado não só aqui dentro, mas fora do Hemonúcleo também”, salientou Félix.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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