Publicado originalmente na revista Escrita 19 Tarde de o1 de outubro Na ânsia de encontrar o rumo Abro a janela Encaro minhas lembranças e ela Chuva sempre bela Muitas vezes não faz parte da aquarela Pela tristeza da palidez que vem junto dela Parece tão fria, mas tão mansa, parece que chora, implora por carinho […]
Tarde de o1 de outubro Na ânsia de encontrar o rumo Abro a janela Encaro minhas lembranças e ela Chuva sempre bela Muitas vezes não faz parte da aquarela Pela tristeza da palidez que vem junto dela Parece tão fria, mas tão mansa, parece que chora, implora por carinho e aconchego! Nos campos da minha infância Via chegando na campanha em abundância Em dias quentes ou de inverno Nas primaveras chegava, banhava os meus girassóis De uma maneira tão singular, qual minha mente em devaneio Onde anjos cobriam como um véu as belezas amarelas. O dia cinza se transformava no mais belo Relação com inevitável elo. É tudo que quero Uma lembrança tão latente em minha mente Quero manter antes que o dia escureça Quero que tudo fique tão claro e raro Como os belos sóis que jamais perdem seu brilho Frágeis lembranças escondidas Serena cena que acariciam meus sonhos de rebento.
Lisete Barbosa é estudante de Ciências Econômicas em Foz do Iguaçu, Pr. Texto publicado originalmente na revista escrita nº19.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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