Da série Poesia Hermana. Poema publicado em espanhol e em português, numa tradução de Mara Larentis. INTENTO Hoy comienzo el retorno hacia mi centro; quiero verme partir a constradistancia; árduo viaje haci mi antes, y sin cuaderno de bitácora. . Qué lenguas de vigilia hasta alcanzar — más huida que encontrada — las imágenes donde […]
Hoy comienzo el retorno hacia mi centro; quiero verme partir a constradistancia; árduo viaje haci mi antes,
Qué lenguas de vigilia hasta alcanzar — más huida que encontrada — las imágenes donde anclan mis pápados. Desporovista de renombre o artifício y escueta hasta los huesos la palabra. .
¿Qué se hizo de la luz que moraba em en mis lábios? ¿Adónde refugiarme para escardar el trigoabril de la cizaña? Loca de amor y entrega — lo recuerdo — y terca hasta el absurdo en la esperanza. .
No sé si He de llegar a repensarme, sin moldes con el formulário en blanco, pero tengo que volver, en el intento, tan siquiera a soñarme.
(Tradução de Mara Larentis)
Hoje começo o retorno até meu centro; quero ver-me partir a contradistância; árdua viagem até meu ontem, e sem diário de bordo. . Que léguas de vigília até alcançar — mais ausente que encontrada — as imagens onde ancoram minha pálpebras. Desprovida de fama ou artifício e descoberta até os ossos a palavra. . Que é da luz que morava em meus lábios? Onde me refugiar para joeirar o trigoabril da cizânia? Louca de amor e entrega — recordo-me — e obstinada até o absurdo na esperança. . Não sei se chegarei a repensar-me, sem moldes com o formulário em branco mas preciso voltar, no intento, ao menos a sonhar-me.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
Assine as notícias da Guatá e receba atualizações diárias.