Palestraram no evento o diretor administrativo, Iggor Gomes Rocha, e a superintendente de Comunicação, Stela Guimarães. A Itaipu Binacional participou, na última segunda-feira (7), da Jornada Galápagos de Jornalismo 2025, curso imersivo de comunicação organizado pela startup de mídia Galápagos na sede da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em São Paulo. A iniciativa é […]
Palestraram no evento o diretor administrativo da Itaipu, Iggor Gomes Rocha, e a superintendente de Comunicação, Stela Guimarães. Iggor falou sobre “Inovação e transição energética” e mostrou aos estudantes como os royalties pagos pela binacional promovem a pesquisa e o desenvolvimento no Brasil, sendo repassados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Ele também citou projetos de inovação desenvolvidos pela Itaipu e o Itaipu Parquetec.
Sobre o evento, o diretor disse ter conseguido transmitir a jovens de todas as regiões do país uma visão sobre a quantidade de ações que a Itaipu realiza em ciência, tecnologia e transição energética. “O objetivo foi contribuir ainda mais com o debate nacional e divulgar o trabalho de excelência realizado por nossos empregados e empregadas”, disse.
Stela Guimarães fez uma apresentação sobre os desafios da comunicação em uma empresa binacional. “Na Itaipu, a diplomacia está presente o tempo todo, em cada palavra, permeando todas as relações. O que é neutro em um país, pode ter impacto político em outro”, explicou. Ela também falou sobre a participação da Itaipu na COP30.
A Jornada Galápagos teve ainda a participação de profissionais como a apresentadora de televisão Ana Paula Padrão, a empresária Luiza Trajano (Magalu), a apresentadora Semayat Oliveira (podcast Mano a Mano), entre outros. Eles palestraram para profissionais de mídia de todo o país, entre eles: correspondentes de agências de notícias – como Reuters, Bloomberg e Agência Brasil – jornalistas de veículos como Folha de S.Paulo, Estado de São Paulo, CNN Brasil, e outros.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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