A arte ganha espaço no El Gabo Bar, em Foz do Iguaçu. O bar temático inspirado na literatura de Gabriel García Márquez recebe a exposição “Lugar que Habito”, da artista Lucie Schreiner. Uma série de xilogravuras que reúne simbolismos, memórias, contrastes e reflexões sobre a existência humana. Cada obra convida o público a criar sua […]
A arte ganha espaço no El Gabo Bar, em Foz do Iguaçu.
O bar temático inspirado na literatura de Gabriel García Márquez recebe a exposição “Lugar que Habito”, da artista Lucie Schreiner. Uma série de xilogravuras que reúne simbolismos, memórias, contrastes e reflexões sobre a existência humana. Cada obra convida o público a criar sua própria interpretação e descobrir novos significados. A abertura da exposição, neste sábado (18), às 19 horas, será marcada por uma roda de conversa com a autora das obras. Depois, “Lugar que Habito” ficará à disposição do público até o dia 15 de agosto.
Ótima sugestão de programa, que inclui conhecer a exposição e também aproveitar a carta de bebidas artesanais e autorais, petiscos e o próprio cenário do El Gabo. Experiência de realismo fantástico na fronteira trinacional.
Serviço: Exposição: 18/07 a 15/08 Abertura: 18/07 Bate-papo com a artista: 19h
Lucie Schreiner é natural do interior do Paraná. Nasceu em Marechal Cândido Rondon, em 15 de maio de 1981. Se formou em Geografia em 2005 indo morar no Acre em 2007, onde trabalhou como professora. Em Rio Branco frequentou o Curso Livre de Artes plásticas na Usina de Artes, onde teve aulas de desenho, pintura, aquarela, arte digital e gravura.
“Genesis”, Xilogravura/woodcut, 60x84cm, de Lucie Schreiner – Foto: @kiko_sierich
Seu primeiro contato com a técnica de xilogravura foi em 2009 com o gravador André de Miranda. E neste mesmo ano fez a sua primeira exposição de xilogravura na Galeria Juvenal Antunes de Rio Branco, com a série Filhos da Terra. Desde então, não parou com seus estudos e de forma autoditada vem aprimorando seus entalhes.
Em 2011 retornou para o Paraná onde realizou as exposições individuais “Caleidoscópio” e “Sonhos Gravados” no Ecomuseu da Usina de Itaipu em Foz do Iguaçu. Participou de bienais, entre elas a 5° Bienal Internacional de Santo André; 3° Bienal Internacional de Gravura Lívio Abramo, Araraquara São Paulo e da Biennale Internazionale di opere di carta – Palazzo Fogazzaro, Schio, Italia. Recebeu prêmio de melhor gravura no Salão Hélio Mello, Rio Branco Acre. Tem obras na Pinacoteca Memorial Fundação Cristiano Varella Hospital do Câncer Muriaé – MG; na Pinacoteca de Araraquara – SP e na Coleção Municipal de Schio, Italia. Ministrou oficinas de xilogravura, na Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana e na Unioeste – Universidade Estadual do Oeste do Paraná. (De O Papel da Arte)
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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