– Cinedebate na Unila promove discussão sobre movimento de resistência e feminismo – Seguindo as atividades da semana de paralisação da UNILA RESISTE, o movimento acadêmico exibirá o documentário “LUTE COMO UMA MENINA”, produzido em 2016. O filme será projetado no campus Jardim Universitário, numa ala próxima ao espaço agoraocupado pelo movimento estudantil da […]
Seguindo as atividades da semana de paralisação da UNILA RESISTE, o movimento acadêmico exibirá o documentário “LUTE COMO UMA MENINA”, produzido em 2016. O filme será projetado no campus Jardim Universitário, numa ala próxima ao espaço agoraocupado pelo movimento estudantil da Unila. Dirigido por Beatriz Alonso e Flávio Colombini, o documentário conta a história das meninas que participaram do movimento secundarista que ocupou escolas e foi as ruas – no ano passado – para lutar contra um projeto de reorganização escolar imposto pelo governador de São Paulo, que previa o fechamento de quase cem escolas públicas daquele estado. As meninas contam suas histórias enfrentando figuras de autoridade, desde a luta pela autogestão das escolas até a violência desenfreada da polícia militar. Uma importante reflexão sobre o feminismo, o atual modelo educacional, e a alternativa de se construir um “poder popular”. O objetivo do CINE Itinerante é também ocupar culturalmente a universidade, sem perder o debate e a resistência. Neste caso, depois do filme, seguirá uma roda de conversa sobre o tema. A entrada é gratuita e aberta à todas as pessoas interessadas, mesmo que não pertença à comunidade acadêmica.
Oficina de maracatu no Espaço Autônomo Estudantil da Unila. (Foto: arquivo EAEU)
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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