Evento reúne atividades diversas, que vão de cursos e palestras a concertos em espaços culturais e apresentações a céu aberto. Durante 12 dias, a oficina reúne concertos, cursos, palestras e conferências em espaços culturais da cidade. A ação tem apresentações gratuitas e pagas, com ingressos que variam entre R$ 20 e R$ 60. Entre as atrações, […]
Durante 12 dias, a oficina reúne concertos, cursos, palestras e conferências em espaços culturais da cidade. A ação tem apresentações gratuitas e pagas, com ingressos que variam entre R$ 20 e R$ 60.
Entre as atrações, a edição deste ano do evento conta com shows de ícones da música popular brasileira, como Diogo Nogueira, Elba Ramalho, Renato Borghetti e Gabriel Sater. Outro ponto alto são concertos com composições de Chiquinha Gonzaga, musicista que é a homenageada deste ano da Oficina de Música de Curitiba.
Francisca Edwiges Neves Gonzaga, ou Chiquinha Gonzaga (1847-1935), foi uma mulher à frente de seu tempo em diversos aspectos. Compositora, pianista e maestrina, rompeu tabus ao se consagrar como uma musicista reconhecida tanto por suas obras eruditas quanto por suas composições populares, que conquistaram o coração dos brasileiros.
Chiquinha foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Falecida em 28 de fevereiro de 1935, o evento deste ano presta uma homenagem especial aos 90 anos de seu falecimento.
A 42ª Oficina de Música de Curitiba é realizada pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio do grupo Volvo e Sanepar – Companhia de Saneamento do Paraná. Também apoiam o evento: Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Centro Cultural Teatro Guaíra, Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Campus Curitiba I da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Universidade Federal do Paraná – Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), Família Farinha, LAMUSA – Laboratório de Música Antiga, Rádio Educativa 91.7 FM, TV Paraná Turismo, Hard Rock Cafe e Bicicletaria Cultural.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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