Poemas publicados na revista Escrita 5. . . Um acidente Na paisagem Ninguém e nada Uma árvore queimada Madeira e homem Solidão do mundo Natureza ácida. *** Fronteiras que se repetem ciclo limite exaltação atropelos um fim de século ao meio-dia circunstancial inédito só as pernas do sol. *** Meditação 1 A terra com suas […]
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. Um acidente Na paisagem Ninguém e nada Uma árvore queimada Madeira e homem Solidão do mundo Natureza ácida.
Fronteiras que se repetem ciclo limite exaltação atropelos um fim de século ao meio-dia circunstancial inédito só as pernas do sol.
Meditação 1
A terra com suas estranhas gargalhadas desperta a impossibilidade. Uma cidade no escuro. O futuro é poeira. Sonho de amanhã que o vento leva além das margens e dos mangues.
Razão em coma
Pobres bibliotecas vazias, sem títulos e sem Borges, O tempo, indiferente ao jogo dos relógios, não é mais dos livros O saber é um desconforto de uma civilização que vive ao redor do imediato e humilha a memória.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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