Um recorte com 30 longas também poderá ser visto na plataforma online . . Até 30 de junho, está em cartaz a mostra “200 anos da Independência em 200 filmes”, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo para comemorar o Bicentenário da Independência do Brasil por meio do cinema. Composta por uma […]
Em cartaz, algumas das maiores pérolas produzidas pelo cinema nacional de todos os tempos. “O Homem que Virou Suco”, de João Batista de Andrade, abre a programação nesta quinta-feira (2), e um dos filmes mais aclamados dos últimos anos, “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queiroz, pode ser assistido no mesmo dia. A programação ainda conta com grandes clássicos como “Limite”, de Mario Peixoto, considerado o primeiro filme brasileiro, de 1931; “Iracema: Uma Transa Amazônica” de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, “O Beijo da Mulher Aranha”, de Hector Babenco, “Ganga Bruta”, de Humberto Mauro, produzido em 1933, e o mundialmente premiado, “Um Céu de Estrelas” de Tata Amaral.
Além dos clássicos, essa primeira semana conta ainda com alguns dos maiores documentários produzidos no país, como “Edifício Master”, de Eduardo Coutinho, “Martírio”, de Vincent Carelli e “Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava”, de Fernanda Pessoa, e grandes sucessos de bilheteria como o estrelado pelo ator Paulo Gustavo, “Minha Mãe É Uma Peça”, de André Pellenz e “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, com Regina Casé.
As exibições acontecem também em formato online, gratuitamente, pela plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa.
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Cena de “O Homem que Virou Suco”. Foto: Reprodução
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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