Entre os dias 12 e 17, Foz do Iguaçu e Ciudad del Leste receberão uma diversa programação de cinema. A mostra “8M – Mulheres, Mujeres, Kuñas fazendo e refletindo cinema” reúne obras de por mulheres latino-americanas com filmes que abordam diferentes temáticas relacionando formas de exploração, opressão e resistências no Brasil e no continente. Cineclube […]
Entre os dias 12 e 17, Foz do Iguaçu e Ciudad del Leste receberão uma diversa programação de cinema. A mostra “8M – Mulheres, Mujeres, Kuñas fazendo e refletindo cinema” reúne obras de por mulheres latino-americanas com filmes que abordam diferentes temáticas relacionando formas de exploração, opressão e resistências no Brasil e no continente.
Cineclube ‘Kuñanguera Creando na fronteira” será lançado no primeiro dia da programação da Mostra. Na imagem em destaque, “Un paso con historia” e “Mi Aporte”
. A programação integra o calendário de atividades pela passagem do Dia Internacional das Mulheres trabalhadoras (8M) e é uma parceria entre a Produtora Ñanduti Cine, o projeto de extensão ‘Cineclube Cinelatino’, o Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM), a SESUNILA, o projeto de pesquisa da Unila ‘Observatório latino-americano de Cinema Entre-Fronteiras’ (OLACEF), a PROEX, o Espaço Cultural Quixote de Foz do Iguaçu, o SESC-Foz do Iguaçu e o coletivo feminista Kuña Poty e o CineArt, ambos do Paraguai.
Na programação que ocorre em vários dias de março, há espaço também para debates com convidadas. A iniciativa é conduzir reflexões sobre os processos históricos que atravessam as lutas e resistências das mulheres latino-americanas.
“Vamos conhecer o trabalho de diretoras do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e articular seus filmes com os debates de diferentes coletivos das cidades da fronteira, exposição fotográfica e, ainda, o lançamento do Cineclube ‘Kuñas Creando na Fronteira’, explica representantes do coletivo Ñanduti Cine e do projeto Cineclube Cinelatino.
Para começar, nesta quinta (12), às 19 horas, no Espaço Cultural Quixote, o público poderá conhecer obras das cineastas Ana Zanotti (Argentina) e Sara Gomez (Cuba). O debate ficará por conta de Louise Souza (CFCAM) e Maria Aparecida Webber (SECAFE/UNILA).
Os filmes ‘Un paso con historia’ (1998) e ‘Mi aporte’ (1969)* trazem reflexões sobre as condições de trabalho e de vida de mulheres da região da fronteira na Argentina e Paraguai e no processo revolucionário cubano.
Na mesma noite será lançado o Cineclube ‘Kuñanguera Creando na fronteira’. A ideia inicial do novo coletivo de cinema na região é que, uma vez por mês, ele trará às telas da fronteira filmes de realizadoras mulheres do mundo.
Confira a programação completa dos outros dias, aqui.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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