Texto e fotografia de Tathiana Guimarães. . . Mundo, Desde que és o que é Segundo as escrituras seculares da humanidade, Longe do ideal esteve, E sempre atravessado por atos bárbaros, perversos e narcisistas. Portanto, não me farão Mesmo com bombardeio de pessimismo, imobilismo e desencantamentos Desistir de ti! . Mundo, Não há nada novo, […]
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Panambi no Iguaçu – Foto: Tathiana Guimarães
Mundo, Desde que és o que é
Mundo, Não há nada novo, a não ser meus olhos temporais. O ser humano continua movido mais por suas fraquezas, do que pelas suas habilidades. E em suas terras continuamos a derramar ambições, egoísmos, poderes, lágrimas e sangue.. Sempre o foi assim. A diferença que hoje o sabemos e podemos agir, em plano local e internacionalmente contra aquilo que desmantela a convivência. .
Escuta, mundo, não me farão acreditar que está tudo perdido, enquanto na verdade temos é um grande achado! O caminho que não queremos. Por isto, escute meu bem. Não me farão vencer pela ausência de esperança e nem adoecer por falta de sentido. Vou encarar esta conjuntura como um novo passo dialético. E meio as tonturas de sua volta distribuir força, sorrisos, e buscar novos meios de te trazer mais próximo do seu eixo, as necessidades coletivas. Que nos vejamos, mundos. Da forma que somos. Diferenças e Complementariedades.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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