Comunicação Museológica: o que se conta? Como se conta? Como os museus constroem suas narrativas? De que forma memória, território e educação dialogam na prática museológica?Clique aqui e receba notícias no seu WhatsApp Nos dias 12 e 13 de agosto, o Museu das Favelas promove o ciclo formativo “Comunicação Museológica — O que se conta? […]
Comunicação Museológica: o que se conta? Como se conta?
Como os museus constroem suas narrativas? De que forma memória, território e educação dialogam na prática museológica?
Nos dias 12 e 13 de agosto, o Museu das Favelas promove o ciclo formativo “Comunicação Museológica — O que se conta? Como se conta?”, com encontros virtuais voltados à reflexão sobre curadoria, educação museal, patrimônio, acessibilidade e abordagens decoloniais. Online (Google Meet), o curso é direcionado principalmente para profissionais de museus, processos museológicos, iniciativas de memória, acervos comunitários, mas também aberto a todas as pessoas interessadas no tema. Com vagas limitadas, as inscrições podem ser feitas até o dia 10 de agosto.
A iniciativa faz parte do Programa Conexões Museus do SISEM. Compartilhará pesquisas, metodologias e práticas que dialogam com temas como memória, patrimônio, acessibilidade, educação e abordagens decoloniais, ampliando o debate sobre o papel social das instituições museológicas.
Para se inscrever e participar dos encontros, acesse o link, aqui.
Confira a programação:
12 de agosto | 19h às 21h30 Uma historiadora entre dois museus: práticas curatoriais e abordagens decoloniais Com a historiadora Aline Montenegro Magalhães, o encontro aborda pesquisa, construção de narrativas e os desafios da prática curatorial a partir de perspectivas decoloniais. Participe do encontro acessando o link
13 de agosto | 19h às 21h30 Diálogos entre educação, roteiros e memórias Com Ayla Rocha, a atividade apresenta os processos de criação dos roteiros educativos do Museu das Favelas e discute a educação museal como ferramenta para fortalecer memórias e o sentimento de pertencimento. Participe do encontro acessando o link
Uma excelente oportunidade para ampliar os debates sobre comunicação, memória e o papel social dos museus.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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