A variedade dos povos originários do Brasil são, infinitamente maior, que a vã estereotipação do índio(começa por essa palavra) de uma pena só na cabeça, pintura padronizada e morando em uma oca triangular e fazendo a dança da chuva. A palavra ÍNDIGENA diz mais sobre nós do que a palavra ÍNDIO. E sabemos o peso […]
A variedade dos povos originários do Brasil são, infinitamente maior, que a vã estereotipação do índio(começa por essa palavra) de uma pena só na cabeça, pintura padronizada e morando em uma oca triangular e fazendo a dança da chuva.
A palavra ÍNDIGENA diz mais sobre nós do que a palavra ÍNDIO. E sabemos o peso da palavra. Por isso a importância do sistema pedagógico brasileiro não aderir a folclorização do indígena como a figura esteriotipada que pregam nas comemorações escolares e post de DIA DO ÍNDIO.
Dia 19 de abril é um dia para conscientizar a população e as crianças do sistema de alfabetização, que a consciência indígena vive, e mostrar a variedade cultural que os povos nativos do Brasil tem. Uma oportunidade de gritar a realidade e mostra o tão belo e forte são nossos originários.
Professores e Escolas , parem de folclorizar essa data. Mostre para seu alunos a pintura e a força dos nativos que vivem/viviam em sua cidade. Mostre a verdade.
Saiba quem é o povo Guató, da região pantaneira do Brasil. Clique, aqui.
Gleycielli Nonato é indígena Guató, escritora e ativista.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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