Na sexta-feira, 14, das 9h às 12h (online), ocorre o minicurso “Cinema Palestino, Gênero e Autobiografia Feminista”, ministrado por Enndiel Mendes, Gabriela Costa e Luiza Domingues. O evento é promovido pelo MaRIas – Grupo de Pesquisa em Gênero e Relações Internacionais da USP. Ao longo do encontro, o público vai percorrer o cinema palestino a […]
Na sexta-feira, 14, das 9h às 12h (online), ocorre o minicurso “Cinema Palestino, Gênero e Autobiografia Feminista”, ministrado por Enndiel Mendes, Gabriela Costa e Luiza Domingues. O evento é promovido pelo MaRIas – Grupo de Pesquisa em Gênero e Relações Internacionais da USP.
Ao longo do encontro, o público vai percorrer o cinema palestino a partir de narrativas autobiográficas feministas e das perspectivas de gênero, explorando como as produções audiovisuais se tornam espaços de memória, resistência, identidade e produção de conhecimento.
Enndiel Mendes mestra e doutoranda em Ciências Sociais pela UNESP (Marília), bolsista CAPES, e bacharela em Relações Internacionais pela UFS. Integra o CEAI-UFS e o LIEG-UNESP, desenvolvendo pesquisas nas áreas de feminismos, gênero, corpo, interseccionalidade, Palestina, teoria política e Oriente Médio.
Luiza Domingos artista visual, mestra e doutoranda em Arte e Cultura Visual pela UFG, com pesquisas sobre ancestralidade árabe-libanesa, processos anticoloniais nas artes e feminismos. Integra grupos de pesquisa da UFG, UFS e UFU e é licenciada e bacharela em Artes Visuais pela Universidade Federal de Uberlândia.
Gabriela Costa mestranda em Relações Internacionais pela UFS e pesquisadora do Centro Internacional de Estudos Árabes e Islâmicos (CEAI-UFS). Desenvolve pesquisas em Direito Internacional, Teoria Crítica das Relações Internacionais e povos não estatais, com foco na população curda em Rojava, além de atuar como ativista social na área da infância.
Data: 14/08/2026 Horário: 09h Modalidade: Online (Google Meet) Certificado: Haverá certificado de participação. Inscrições: linktr.ee/MariasUSP
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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