Quando as raras máquinas fotográficas que se viam eram nas mãos de viajantes, o pioneiro Harry Schinke lançou seu olhar para registrar a Foz do Iguaçu recém-emancipada e sua gente. Do incêndio da igreja católica, em 1925, ao pouso do avião do Correio Aéreo Nacional, na década seguinte, passando pela navegação nos rios da fronteira […]
Quando as raras máquinas fotográficas que se viam eram nas mãos de viajantes, o pioneiro Harry Schinke lançou seu olhar para registrar a Foz do Iguaçu recém-emancipada e sua gente.
Do incêndio da igreja católica, em 1925, ao pouso do avião do Correio Aéreo Nacional, na década seguinte, passando pela navegação nos rios da fronteira e a marcha soldadesca pela rua de barro da paróquia.
Enquanto a cidade espera que o poder público concretize a criação de um museu para reunir seu acervo, permanecem seus registros fotográficos, teima da memória iguaçuense que não se deixa apagar.
A revista Escrita, edição 34, ao celebrar o centenário de Foz do Iguaçu, homenageou o pioneiro.
Acesse aqui, no Museu da Imprensa: https://museudaimprensafoz.com.br/periodico/escrita-edicao-34/ .
HISTÓRIA E MEMÓRIA
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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