Um preso no nefasto “pau de arara” e o título: “Fábrica de confissões”. Era a capa inaugural do jornal Nosso Tempo, de #fozdoiguaçu, pedra no sapato dos representantes, na cidade, da ditadura civil-militar, que se impôs no país na virada de março para abril, alongada por 21 anos. Foi perseguido, calado, mas ousou gritar. O […]
Um preso no nefasto “pau de arara” e o título: “Fábrica de confissões”. Era a capa inaugural do jornal Nosso Tempo, de #fozdoiguaçu, pedra no sapato dos representantes, na cidade, da ditadura civil-militar, que se impôs no país na virada de março para abril, alongada por 21 anos.
Foi perseguido, calado, mas ousou gritar. O impresso rebelde denunciou o regime de coturno e suas deturpações, como a tortura nas instituições policiais, já na edição n.º 1. Dedo em riste, desvelou o sistema de perpetuação de interventores militares no Palácio das Cataratas.
Denunciou a pobreza e a vida precária nas periferias iguaçuenses, prova de que o bolo do regime só cresceu na fatia que coube aos poderosos. Enfrentou Stroessner e apoiou os exilados paraguaios.
Revisitar a história contribui para não permitir que seus erros sejam tergiversados, amenizados e mesmo repetidos. ACESSE no Museu da Imprensa: https://museudaimprensafoz.com.br/periodico/nosso-tempo-edicao-01/
História e Memória
@museudaimprensafoz é um projeto da @guata.foz, com apoio da @itaipubinacional e parceria institucional do @sindijor.pr, @kundalivraria, Associação dos Diários e Portais do Interior do Paraná (ADI-PR), @folhadelondrina, @nosotrosoficial e @documentosrevelados
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É história? É memória? Está no Museu da Imprensa.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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