– Jovens iguaçuenses se dedicam a estimular a leitura entre os alunos de escolas municipais – A Ciranda da Leitura é um recente projeto iguaçuense que nasceu da ideia de encantar através dos livros. Há alguns meses recebeu um empurrãozinho do Fundo Municipal de Cultura , que ampliou ainda mais os […]
– Jovens iguaçuenses se dedicam a estimular a leitura entre os alunos de escolas municipais – A Ciranda da Leitura é um recente projeto iguaçuense que nasceu da ideia de encantar através dos livros. Há alguns meses recebeu um empurrãozinho do Fundo Municipal de Cultura , que ampliou ainda mais os horizontes da equipe do Centro de Cultura Popular de Foz do Iguaçu, para dar uma carona nas suas viagens e aventuras aos alunos da rede municipal de ensino. Idealizado por três estudantes, integrantes do Centro de Cultura Popular, o projeto propõem o encontro de linguagens cênicas com a literatura, proporcionando às crianças bons motivos para se aventurarem no mundo da leitura. Uma contação de histórias diferente. Elas, que tiveram formação artística e de cidadania permeada pelo programa “Plugado”, da Casa do Teatro, colocam num grande caldeirão de ideias, teatro, música, recortes de jornal e, claro, livros. Os cirandeiros são convidados a vivenciar o mundo através de oficinas de leitura que tem como objetivo estimular as crianças a produzirem seus livros, poemas e exposições artísticas tudo com características próprias de cada um. A temática central são os direitos humanos e a cultura popular brasileira, o que só contribui para que esse projeto seja um barato. Empolgadas com o pontapé inicial, Maria Carolina, Valentina Rocha e Larissa Usanovich, as “encantadoras de histórias”, preparam outras ações e já planejam levar o projeto o mais longe possível , para que chegue em todas as escolas do Município. Ao serem questionadas do por quê do projeto, a resposta é uma só. “A literatura e suas vertentes tem um papel fundamental na educação infantil e seus frutos logo podem ser vistos dentro e fora da escola. Por isso desenvolvemos este projeto, pois acreditamos que unindo arte e literatura, a moral dessa história será uma lição de aprendizagem e de sensibilidade tanto para quem lê quanto para quem ouve.
Fotos e texto: Assessoria Ciranda de Leitura
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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