Publicado por editora da USP, em parceria com editoras universitárias, “Livreiros do Novo Mundo” desvenda a relação entre o nascente comércio de livros no Brasil com a Europa no século 19 . . Antes da chegada da família real portuguesa no país, já havia circulação de livros na então colônia brasileira, que eram despachados principalmente […]
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. Antes da chegada da família real portuguesa no país, já havia circulação de livros na então colônia brasileira, que eram despachados principalmente de Portugal. Com a transferência da metrópole e a vinda dos monarcas para o Brasil, entretanto, o comércio se fortificou, especialmente após a criação da imprensa, em 1808, e a criação de bibliotecas.
. Além das raízes portuguesas, o início do mercado de livros no Brasil tem forte relação com a França e seus cidadãos que aqui desembarcaram, em meados do século 19, para trabalhar com os impressos. Assim conta a obra Livreiros do Novo Mundo: De Briançon ao Rio de Janeiro, publicado pela Edusp em parceria com as editoras da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista).
. O livro explora a trajetória de dois comerciantes franceses, Paulo Martin e Jean-Baptiste Bompard, que tocaram o comércio livreiro no Rio de Janeiro entre 1808 e 1828, “tornando-se protagonistas do nascente mercado do livro e da imprensa”, como indica a sinopse do título.
. A ideia da publicação de Jean-Jacque Bompard, neto de um dos comerciantes de livro retratado na história, é examinar, além do passado de seu avô, as características envolvidas na criação desse mercado que se formou entre os três países: França, Portugal e Brasil, e destacar as facetas cultural, política e editorial do período.
. Acredita-se que a livraria comandada por Martin e posteriormente por Bompard na atual rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio de Janeiro, tenha sido uma das primeiras no Brasil, ainda antes da independência do país. .
O livro pode ser comprado pela editora da USP acessando o link: https://www.edusp.com.br/livros/livreiros-do-novo-mundo
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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