Uma onça-pintada foi localizada no Parque Nacional do Iguaçu, fronteira do Brasil com a Argentina, pela equipe do Projeto Onças do Iguaçu. O animal é adulto e foi batizado de Mbyja, “Estrela” na língua tupi-guarani. Batizado de Mbyja, que significa “Estrela” em tupi-guarani, o animal circulava em meio à mata e não havia sido visto […]
Uma onça-pintada foi localizada no Parque Nacional do Iguaçu, fronteira do Brasil com a Argentina, pela equipe do Projeto Onças do Iguaçu. O animal é adulto e foi batizado de Mbyja, “Estrela” na língua tupi-guarani.
Batizado de Mbyja, que significa “Estrela” em tupi-guarani, o animal circulava em meio à mata e não havia sido visto antes. Felino foi flagrado pelas cãmeras de monitoramento. – Foto: Projeto Onças do Iguaçu
Ainda não se sabe se a onça é macho ou fêmea. As imagens do felino circulando pelo parque foram registradas pelas câmeras do projeto que estão instaladas na reserva.
Coordenadora do Onças do Iguaçu, a bióloga Yara Barros afirma que o registro de novas onças no Parque Nacional indica que o trabalho está fazendo a diferença para esses animais. “Novas onças na população é um sinal de esperança”, realça.
Um dos últimos refúgios da onça-pintada no Brasil, o Parque Nacional do Iguaçu tem hoje uma população de cerca de 23 animais da espécie, variando entre 16 e 33, conforme o Censo da Onça-Pintada, realizado em 2024. Um novo levantamento está sendo realizado neste ano, e o número será atualizado no primeiro semestre de 2027.
Os passos das onças são monitorados pela equipe do projeto. A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino das Américas e está classificada como vulnerável no Brasil e criticamente ameaçada na Mata Atlântica.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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