A experiência da quase morte (EQM) e pesquisas que desafiam explicações tradicionais sobre a possibilidade de a consciência existir além do cérebro físico serão temas abordados na palestra gratuita Vida após a Morte que será realizada neste sábado, dia 30 de maio, às 16h, na Fundação Cultural. . Evento aberto ao público ocorrerá no sábado […]
A experiência da quase morte (EQM) e pesquisas que desafiam explicações tradicionais sobre a possibilidade de a consciência existir além do cérebro físico serão temas abordados na palestra gratuita Vida após a Morte que será realizada neste sábado, dia 30 de maio, às 16h, na Fundação Cultural. .
Evento aberto ao público ocorrerá no sábado (30), às 16h, na Fundação Cultural. – Foto: Pixabay
. Proferida pela professora e pesquisadora Mabel Teles, a palestra é aberta ao público. A proposta é apresentar o tema sob enfoque investigativo, estimulando a ampliação do entendimento sobre experiências humanas ainda pouco compreendidas.
Entre os tópicos da palestra estão relatos de experiências de quase morte e de experiências fora do corpo, pesquisas sobre consciência e os impactos da hipótese da continuidade da consciência na vida cotidiana.
Segundo a palestrante, a atividade busca promover reflexão crítica e esclarecimento, sem caráter religioso ou dogmático. “A ideia é apresentar informações, pesquisas e experiências para que cada pessoa possa formar sua própria opinião a partir da reflexão e da observação pessoal”, explica Mabel. A palestra também abordará temas ligados às energias pessoais, percepções e experiências consideradas incomuns, frequentemente relatadas por pessoas de diferentes culturas e contextos.
O evento é presencial e gratuito.
Palestra: Vida após a Morte Data: Sábado, 30 de maio Horário: 16h Local: Fundação Cultural de Foz do Iguaçu Endereço: Rua Benjamin Constant, 62 – Foz do Iguaçu/PR Informações: (45) 99104-7905 Site: Conscienciologia.org.br/experimente Realização: CEAEC Apoio: Fundação Cultural de Foz do Iguaçu
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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