Os integrantes da equipe iguaçuense são estudantes do curso de Ciência da Computação da Unioeste. Entre os dias 8 e 9 de novembro, uma equipe do 2º ano do curso de Ciência da Computação da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Foz do Iguaçu, participou da fase nacional da Maratona de Programação, […]
A equipe da Unioeste, intitulada “Pra quem tem martelo, tudo é unha”, obteve um excelente desempenho, conquistando a 31ª posição entre 63 times concorrentes. Durante a competição os estudantes têm o desafio de resolver o maior número possível dos problemas propostos usando apenas um computador e material impresso. Neste ano, o time da Unioeste solucionou quatro problemas, e a classificação foi determinada pelo tempo total gasto na resolução.
Para o coordenador do curso e da equipe, Prof. Dr. Antonio Marcos Massao Hachisuca, a classificação é motivo de orgulho e indica um futuro promissor para os alunos. “Ficamos no meio da classificação, mas considerando que a maioria dos times é composta por alunos do 3º e 4º anos, que estão na última oportunidade de competir, consideramos que fomos bem e estamos no caminho certo para o próximo ano. Nosso time ainda tem mais duas chances, em 2025 e 2026,” comenta.
A equipe em atividade durante a Maratona – Foto: divulgação
O estudante Dyogo Romagna Bendo, um dos integrantes da equipe, destacou a experiência como um importante momento de aprendizado e troca de conhecimentos: “Foi uma experiência única. Passamos quatro dias em João Pessoa, participamos de palestras e de atividades de integração, onde tivemos contato com outras equipes. Aprendemos muito com elas. A competição é sempre desafiadora, pois os problemas são difíceis, mas acho que nos saímos muito bem, especialmente por estarmos apenas no segundo ano. Conhecer equipes tão boas nos inspirou a nos dedicar ainda mais para, no próximo ano, conseguirmos um resultado ainda melhor.”
Painel da equipe iguaçuense – Foto: divulgação
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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