Semana de debates sobre o tema em Foz terá a participação do historiador, escritor e professor Jones Manoel. Programação e 5 a 8 de novembro é realizada pela APP-Sindicato/Foz, Sesunila e Sinprefi, na Unila. Entre os dias 5 e 8 de novembro, a APP-Sindicato/Foz, Sesunila e Sinprefi promovem uma série de atividades em torno do […]
Entre os dias 5 e 8 de novembro, a APP-Sindicato/Foz, Sesunila e Sinprefi promovem uma série de atividades em torno do tema “Marxismo e questão racial”, na Unila Jardim do Universitário. Não é necessário fazer inscrição prévia para o evento, que é gratuito.A programação contará com a participação de Jones Manoel, historiador, professor de história, mestre em serviço social, comunicador e educador popular. Jones mantém também um canal do YouTube: clique para assistir.Recentemente, organizou com Gabriel Landi Fazzio o livro Revolução africana: uma antologia do pensamento marxista, que reúne textos de lideranças da luta anticolonial na África, abordando temas como o racismo na sociedade de classes, a mentalidade colonial, a idealização do passado africano e a opressão patriarcal no continente, além de questões de tática e organização política.Importante: haverá serviço gratuito com monitores(as) para o acompanhamento de crianças que acompanharem seus pais e mães durante a programação.Programação:MinicursoQuestão Racial e Marxismo5 e 6 de novembro (terça e quarta), das 18 às 22 |Ginásio/Sala 5DiálogoEducação étnico-racial nas escolas, com Jones Manoel.7 de novembro (quinta), às 16h30 | Sala 20Lançamento de livroRevolução africana: uma antologia do pensamento marxista, organizado por Jones Manoel e Gabriel Landi Fazzio.7 de novembro (quinta), às 18h30 | Auditório MartinaDebateAnálise de conjuntura e os desafios da democracia na América Latina, com a participação de Jones Manoel e Rodrigo Castelo (*).8 de novembro, (sexta), às 18h30 | Auditório Martina.(*) Atividade integra a Semana Acadêmica de Ciências Políticas e Sociais da Unila.
_______________________Da página APP Sind e Unila
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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