Um poema e uma fotografia de Negendre Arbo Quando a aurora inaugurar o novo ciclo eu quero estar sentado na varanda, vendo amanhecer com olhos de criança, as luzes coloridas do primeiro dia. E que o tempo, este potro selvagem, ao passar por mim em seu galope, o passado vá deixando no caminho. A aventura […]
Quando a aurora inaugurar o novo ciclo eu quero estar sentado na varanda, vendo amanhecer com olhos de criança, as luzes coloridas do primeiro dia.
E que o tempo, este potro selvagem, ao passar por mim em seu galope, o passado vá deixando no caminho.
A aventura de viver é uma viagem que exige força, coragem, e sorte, pois o futuro é vida mas também é morte. Um jogo de azar criado por um deus mesquinho
Enfim, que o novo ano seja um tempo de esperança e que os desafios sejam as lições que aprenderemos, pois se esta vida nos foi dada de presente, então que viver seja motivo de alegria.
Amanhã quem sabe o que trará o dia? Pra onde nos leva esta constante viagem? Não importa o destino imprevisível, mas o desfile interminável das paisagens.
Minha vida é um cavalo selvagem a galopar veloz na pradaria Perseguindo os sucessivos horizontes e as auroras que anunciam cada dia
O tempo é um grande rio cruel e caudaloso Capaz de devorar incautos viajantes O futuro é um lugar misterioso E o passado é um porto sempre mais distante
Minha vida é um cavalo selvagem Montado por um louco cavaleiro andante
______________________Negendre Arbo, músico em Foz do Iguaçu, Pr.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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