Roger é uma das principais vozes do movimento negro no futebol e já é mecenas de outro projeto literário O técnico do Bahia, Roger Machado, vai financiar um projeto para publicar 50 livros de autores negros e indígenas nos próximos cinco anos. Roger é uma das principais vozes do movimento negro e da luta antirracista […]
O técnico do Bahia, Roger Machado, vai financiar um projeto para publicar 50 livros de autores negros e indígenas nos próximos cinco anos.
Roger é uma das principais vozes do movimento negro e da luta antirracista no futebol brasileiro. Ele já é mecenas de outro projeto literário, Canela Preta, que deve lançar até o final deste ano 10 livros a preços acessíveis.
A ideia com os projetos é promover a luta antirracismo para muito além do futebol. Além disso, Roger quer contribuir para dar espaço para autores negros.
O técnico contou ao UOL que, quando suas filhas eram pequenas, ele procurava livros para elas, de literatura infanto-juvenil, com autores e personagens negros, e tinha dificuldade para encontrar títulos. Ao ler um livro da escritora Chimamanda Adichie, sua inquietação cresceu. Na obra, a autora disserta sobre o perigo da história contada só por quem detém os meios da produção do conhecimento.
A falta de autores negros no mercado editorial é mais um exemplo do racismo estrutural presente na sociedade brasileira.
Os livros do novo projeto serão lançados pela editora Hucitec, voltada ao humanismo.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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