A 2ª edição será realizada de forma híbrida, com programação online e presencial, no Brasil e em Portugal. A Mostra, gratuita, acontece entre 14 a 19 de setembro. A Mostra Taturana de Cinema chega à sua segunda edição com curtas e longas-metragens documentais sob a premissa de que não é possível debater democracia sem se […]
A Mostra Taturana de Cinema chega à sua segunda edição com curtas e longas-metragens documentais sob a premissa de que não é possível debater democracia sem se comprometer com a luta antirracista. Organizada pela Taturana Mobilização Social, em parceria com Coalizão Negra por Direitos, Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN) e Wonder Maria Filmes (Portugal), o evento contará com atividades online – pela plataforma de streaming TodesPlay e Oficina Cultural Alfredo Volpi – e presenciais, em salas do circuito Spcine, em São Paulo, e no Museu do Aljube, em Lisboa, entre os dias 14 e 19 de setembro – semana na qual é celebrado o Dia Internacional da Democracia.
A curadoria do evento selecionou 23 filmes dirigidos apenas por pessoas negras e indígenas e promoverá sessões, debates, encontros, oficinas e rodadas de conversas com lideranças e intelectuais de diferentes áreas do conhecimento.
“Acreditamos que o cinema é uma ferramenta privilegiada para mediar discussões urgentes, principalmente entre o público jovem – um dos públicos-alvo da Mostra. O evento tem como objetivo fomentar diálogos que ampliem a compreensão sobre as origens do racismo e de que forma ele atua e se perpetua no Brasil, a partir de conversas com lideranças negras e intelectuais de diferentes áreas do conhecimento”, ressalta Amanda Letícia, coordenadora de mobilização da Mostra.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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