– Um poema de Raphael Rodrigues Vilela – Máscara vampírica de minha alma insegura e inquieta Recuso sua proteção egoística e desgastante Distante me sinto das coisas ao meu alcance Pois quando delas me aproximo , hesito E um personagem toma o meu lugar Difícil descobrir se quem sorri Sou eu ou a máscara […]
– Um poema de Raphael Rodrigues Vilela –
Máscara vampírica de minha alma insegura e inquieta Recuso sua proteção egoística e desgastante Distante me sinto das coisas ao meu alcance
Difícil descobrir se quem sorri Sou eu ou a máscara Difícil não se esconder , deixar fluir Mostrar a cara Deixar-se ver e se ver É escolher despir a alma Sem mistério pra envolver Ou uma fingida calma
Eu Apenas eu Com suas forças e fraquezas Me desprendo das certezas Jogo a máscara E deixo que aconteça !
Raphael Rodrigues Vilela é estudante de Medicina em Foz do Iguaçu, Pr.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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